domingo, 19 de novembro de 2017

Recomeço-Agradecimento (Enlaces Disticus)

Amiga Aila,Obrigada por sua linda e querida amizade!
Amei os versos.

PRIMAVERA

Cores amanhecendo,
Olências vertendo,
Um belo sol espraiando,
E as belezas despertando!
Emoções vão surgindo,
E um coração feliz sorrindo,
Saúda a primavera!
Na paisagem, a aquarela
Pinta firme o amor -
Em tons de carinho, e em ondas de calor!

Em mim... A primavera, acontecendo!
Aila Brito
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Recomeço (Agradecimento)

Em tom poético agradeço
E nem sei se assim mereço
Forte e carinhosa homenagem
Confesso que me falta bagagem
Para lhe responder a altura
Versos esbanjando ternura
Alusivos à minha pessoa
Esta tela poética que ecoa
Na voz da mestra Aila Brito
Que pintou um quadro bonito

À você amiga, todo meu apreço!

dinapoetisadapaz

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Alimento do Coração (Enlaces Disticus)



Que capacidade de armazenagem                        
 Tem o coração, essa engrenagem
Que não se desgasta, que esquece,
A dor de amor e novamente se aquece,
Nas chamas de uma nova e louca paixão,
Condição recidivante que me causa impressão.
O amor é sublime, mas não pede desculpa
Por uma nova invasão, chega sem culpa.
Se o amor é o alimento mais completo
Que afaga o coração, o amar, é projeto

Que traz para nossos corações, aprendizagem.

E para AMAR é preciso desprendimento e coragem.

Autoria:dinapoetisadapaz

Enlace disticus é criação da poetisa Aila Brito.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Infelicidade ( Enlaces Disticus )














Assim era ele, um tanto ganancioso,
Dotado de um coração cobiçoso
Com a vida nem um pouco contente.
Nada, nada lhe agradava o suficiente.
Com ares de animal selvagem,
Pensava em tudo levar vantagem.
Quando em seu leito de morte,
Consolado por sua consorte,
E com seus olhos baços, pede rendição
Pela dor, e por ter vivido com indignação.

Suspirou, fechou os olhos, foi ter com o glorioso


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Os Mendazes



Congresso Nacional, reduto dos mendazes
Casa dos homens descarados e ineficazes
Cambada de malfeitores, desonestos, sem brios
De caras lavadas, promessas e corações frios
Enganaram seus eleitores que acreditaram
Em seus discursos, e a palavra não cumpriram
Corruptos inescrupulosos, aproveitadores
Pena que não fique numa cela comum, senhores
Senhores uma ova, bandidos, e com privilégios
Mesmo tendo cometido o pior dos sortilégios.

Não têm caras de raposa, mas são bem audazes
Caras de pau, não! Madeira podre seus ladravazes!


Enlaces disticus é criação da poetisa Aila Brito!

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Teoria Literária do Enlaces Disticus

O que é o 'enlaces disticus'? Como fazer?
Caros colegas,

Foi pensando em um novo jeito de me expressar, sem seguir a tantas regras, que cheguei a esse novo experimental.
Bastante prático, o "enlaces disticus", compõe-se de cinco (05) disticus, condensados (compactados), resultando em uma décima, e de um (01) dístico separado, ou de um (01) monóstico; arrematando o poema, e rimando com o 1º dístico do poema. (PADRÃO)
Não há métrica (por exigência; salvo gosto do poeta), ou seja, contagem dos sons dos versos. Apenas apresenta rimas iguais, no final de cada dístico (variando a rima, por dístico - 'preferencialmente' - exceção, nas ênclises, quando houver).
A rima do dístico separado, ou, do monóstico, deverá ser igual ao do primeiro dístico do poema, e sem repetição das palavras. (preferencialmente). PADRÃO
Numa variação (livre), o dístico ou monóstico, poderá apresentar outra rima.
Os disticus devem está em consonância, no contexto; sem estanques, ou seja, sem sentido isolado; formando o poema.
A pontuação no poema, varia; de modo a se fazer um melhor entendimento da mensagem.

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ESTRUTURA:

O ENLACES DISTICUS, DEVE FICAR ASSIM:

XXX XXX XXX - (A)


XXX XXX XXX - (A)


XXX XXX XXX - (B)


XXX XXX XXX - (B)


XXX XXX XXX - (C)


XXX XXX XXX - (C)


XXX XXX XXX - (D)


XXX XXX XXX - (D)


XXX XXX XXX - (E)


XXX XXX XXX - (E)


XXX XXX XXX - (A)


XXX XXX XXX - (A)

OU

XXX XXX XXX - (A)

Numa variação, o dístico ou o monóstico poderá ser:


XXX XXX XXX - (F)


XXX XXX XXX - (F)


OU


XXX XXX XXX - (F)

(Permanecendo o 'corpo' - décima, sem alteração.)

MODELOS -


EU E TU

Só em ti sou doce canto

És meu porto, meu acalanto;
Sem ti, sou náufraga de mim,
Céu inóspito, sem querubim...
Sem estrelas, sem lua; noite nua!
Só por ti, vivo, serei sempre tua;
Em mim, és eterna e doce morada...
Em noite festiva, bela, enluarada!
Sem mim, sei; és folha ao vento...
Rio sem mar; puro sofrimento!

Somos assim: EU e TU, portanto;
Rainha e rei, num mundo de encanto!


xxxxx

NÃO... NÃO HÁ! – ‘DOE ESPERANÇA’

Não há vida sem doação,
Não há comunhão sem oração;
Não há amor sem serviço,
Não há verdade em ‘ser postiço’;
Não há paz sem silêncio,
Não há força no tom cício
Não há luz em visão cega,
Não há sabor que a boca nega;
Não há crime sem sentença;
Não há cristão, SENHOR, sem tua presença!

'Doe esperança’; faça valer um coração!


xxxxx

Assim é o amor (Enlaces Disticus)



O amor nada teme, tudo suporta,
E a forma de amar não importa.
O amor acomoda todas as inquietudes,
E a sensação de amar, é de completude.
Quando a gente ama tudo se renova,•.
Quem verdadeiramente ama nada reprova.•.
Não há amargura que o amor não acabe.
E até as dores das recidivas, lhe cabe.
Não lhe abate as inevitáveis desilusões,
E não reluta às novas e loucas emoções.

O amor quando num coração aporta,

A’ lma triste logo se reconforta...


quinta-feira, 29 de junho de 2017

Sem Alegorias (Enlaces Disticus)


Onde armazenar meus pensamentos?
As deias estão soltas, procuram compartimentos
Para seu devido acolhimento, não encontro saída
As dores e apatia estão a invadir minha vida,
Há um caminho escuro, um cenário sem alegorias.
No dialógo com a saudade, clamo pela poesia,
Nenhum tema vem à mente, imploro por um ” mecenas”
Que me ajude a recuperar a palavra. Quero entrar em cena,
Rodopiar com o vento, dormir nos braços da lua
Buscar nas galáxias ou nas esquinas da rua

Uma luz para iluminar o negro momento
Quero a palavra viva a expandir meu pensamento.